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Viagem
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Uma viagem é o deslocamento de
pessoas em uma jornada. As razões para
viajar incluem:
Turismo – viagem com propósitos
recreativos.
Visita a amigos e família
Negócios
Migração – viagem
para recomeçar a vida em um lugar diferente.
Pessoas nômades viajam assim.
Peregrinação –
viagem por motivos religiosos.
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Gíria
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No Brasil, o termo viagem muitas vezes é
empregado com a conotação de devaneio
ou também para descrever o efeito do uso
de drogas, especialmente as alucinógenas.
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Turismo
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Embora não haja uma definição
única do que seja Turismo, as Recomendações
da Organização Mundial de Turismo/Nações
Unidas sobre Estatísticas de Turismo[1],
o definem como "as atividades que as pessoas
realizam durante suas viagens e permanência
em lugares distintos dos que vivem, por um período
de tempo inferior a um ano consecutivo, com fins
de lazer, negócios e outros."
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Turista é um visitante que desloca-se voluntáriamente
por período de tempo igual ou superior
a vinte e quatro horas para local diferente da
sua residência e do seu trabalho sem, este
ter por motivação, a obtenção
de lucro.
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Evolução Histórica
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Segundo autores, existe duas linhas de pensamentos,
no qual a História do Turismo se divide.
A primeira seria que o Turismo se inicia no Século
XIX como deslocamento cuja finalidade principal
é o ócio, descanso, cultura, saúde,
negócios ou relações familiares.
Estes deslocamentos se distinguem por sua finalidade
dos outros tipos de viagens motivados por guerras,
movimentos migratórios, conquista, comércio,
etc. Não obstante o turismo tem antecedentes
históricos claros. Depois, se concretizaria
com o então movimento da Revolução
Industrial. A segunda linha de pensamento se baseia
em que o Turismo realmente se iniciou com a Revolução
Industrial, visto que os deslocamentos tinham
como intuito o lazer.
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Idade Antiga
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Na História da Grécia Antiga,
dava-se grande importância ao turismo
e para o tempo livre em que dedicavam à
cultura, diversão, religião e
desporto. Os deslocamentos mais destacados eram
os que se realizavam com a finalidade de assistir
as olimpíadas (que ocorriam a cada 4
anos na cidade de Olímpia). Para lá
se deslocavam milhares de pessoas, misturando
religião e deporto. Também existiam
peregrinações religiosas, como
as que se dirigiam aos oráculos de Delfos
e ao de Dódona.
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Durante o Império Romano os romanos frequentavam
águas termais (como as das termas de
Caracalla). Eram assíduos de grandes
espectáculos, como os teatros, e realizavam
deslocamentos habituais para a costa (muito
conhecidos como o caso de uma vila de férias
a "orillas del mar"). Estas viagens
de prazer ocorreram possivelmente devido a três
factores fundamentais: a ‘’Pax Romana’’,
o desenvolvimento de importantes vias de tráfego
e a prosperidade económica que possibilitou
a alguns cidadãos meios financeiros e
tempo livre.
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Idade Média
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Durante a Idade Média ocorreu num primeiro
momento um retrocesso devido ao maior número
de conflitos e a recessão econômica,
entretanto surge nesta época um novo
tipo de viagem, as peregrinações
religiosas. Embora já tenha existido
na época antiga e clássica, entretanto
o Cristianismo como o Islã estenderam
a um maior número de peregrinos e deslocamentos
ainda maiores.
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São famosas as expedições
desde Veneza a Terra Santa e as peregrinações
pelo Caminho de Santiago (desde 814 em que se
descobriu à tumba do santo), foram contínuas
as peregrinações de toda Europa,
criando assim mapas e todo o tipo de serviço
para os viajantes. Quanto ao Turismo Islâmico
de Hajj a peregrinação para Meca
e um dos cinco Pilares do Islamismo obrigando
a todos os crentes a fazerem esta peregrinação
ao menos uma vez em sua vida.
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Idade Moderna
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| Isabel
I, Rainha da Inglaterra e Irlanda. |
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As peregrinações continuam durante
a Idade Moderna. Em Roma morrem 1.500 peregrinos
por causa da peste.
E neste momento quando aparecem os primeiros
alojamentos com o nome de hotel (palavra francesa
que designava os palácios urbanos). Como
as viagens das grandes personalidades acompanhadas
de seu séqüito, comitivas cada vez
mais numerosas, sendo impossível alojar
a todos em palácio, ocorre à criação
de novas edificações hoteleiras.
Esta é também a época das
grandes expedições marítimas
de espanhóis, britânicos e portugueses
que despertam a curiosidade e o interesse por
grandes viagens.
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Ao final do século XVI surge o costume
de mandar os jovens aristocratas ingleses para
fazerem um gran-tour ao final de seus estudos,
com a finalidade de complementar sua formação
e adquirir certas experiências. Sendo
uma viagem de larga duração (entre
3 e 5 anos) que se fazia por distintos países
europeus, e desta atividade nascem as palavras:
turismo, turista, etc.
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Existindo um ressurgir das antigas termas, que
haviam decaído durante a Idade Média.
Não tendo somente como motivação
a indicação medicinal, sendo t
ambém
por diversão e o entretenimento em estâncias
termais como, por exemplo, em Bath (Inglaterra).
Também nesta mesma época data
o descobrimento do valor medicinal da argila
com os banhos de barro como remédio terapêutico,
praias frias (Niza,…) onde as pessoas
iam tomar os banhos por prescrição
médica.
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Idade Contemporânea
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| Freedom
of the Seas, o maior navio cruzeiro
do planeta, símbolo da era
das grandes viagens marítimas. |
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Com a Revolução Industrial se
consolida a burguesia que volta a dispor de
recursos econômicos e tempo livre para
viajar. O invento do maquinário a vapor
promove uma revolução nos transportes,
que possibilita substituir a tração
animal pelo trem a vapor tendo as linhas férreas
que percorrem com rapidez as grandes distâncias
cobrindo grande parte do território europeu
e norte-americano. Também o uso do vapor
nas navegações reduz o tempo dos
deslocamentos.
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Inglaterra torna-se a primeira a oferecer passagens
de travessias transoceânicas e dominam
o mercado marítimo na segunda metade
do século XIX, o que favorecerá
as correntes migratórias européias
para a América. Sendo este o grande momento
dos transportes marítimos e das companhias
navais.
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Começa a surgir na Europa o turismo de
montanha ou saúde: se constroem famosos
sanatórios e clínicas privadas
européias, muitos deles ainda existem
como pequenos hotéis guardando ainda
um certo charme. É também nesta
época das praias frias (Costa azul, Canal
da Mancha,…).
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Thomas Cook
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Em 1840 Thomas Cook, considerado o pai do Turismo
Moderno, promove a primeira viagem organizada
da historia. Mesmo tendo sido um fracasso comercial
é considera como um rotundo sucesso em
relação a organização
do primeiro pacote turístico, pois se
constatou a enorme possibilidade econômicas
que, este negócio, poderia chegar a ter
como atividade, criando assim em 1851 a Agência
de Viagens “Thomas Cook and son”.
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Em 1867 inventa o bono o “voucher”,
documento que permite a utilização
em hotéis de certos serviços contratados
e propagados a través de uma agência
de viagens.
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Henry Wells e William Fargo criam à agência
de viagens American Express que inicialmente
se dedica ao transporte de mercadorias e que
posteriormente se converte em uma das maiores
agências do mundo. Introduzindo o sistema
de financiamento e emissão de cheques
de viagem, como por exemplo o travel-check (dinheiro
personalizado feito com papel moeda de uso corrente
que protege o viajante de possíveis roubos
e perdas).
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Cesar Ritz
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Cesar Ritz é considerado pai da hotelaria
moderna. Desde muito jovem ocupou todos os postos
de trabalho possíveis em um hotel até
chegar a gerente de um dos maiores hotéis
de seu tempo. Melhorou todos os serviços
do hotel, criou a figura do sumiller, introduziu
o banheiro nas unidades habitacionais (UHs)
criando as suítes, revolucionando a administração.
(Converteu os hotéis decadentes nos melhores
da Europa, o que lhe gerou o pseudônimo
de “mago”).
Ao explodir a Primeira Guerra Mundial no verão
de 1914 acredita-se que havia aproximadamente
150.000 turistas americanos na Europa.
Ao finalizar a guerra começa a fabricação
em massa de ônibus e carros. Nesta época
as praias e os rios se convertem em centros
de turismo na Europa começando a adquirir
grande importância o turismo costeiro.
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O avião, utilizado por minorias em longas
distâncias, vai se desenvolvendo timidamente
para acabar impondo-se sobre as companhias navais.
A crise de 1929 repercute negativamente em todo
o setor turístico limitando seu desenvolvimento
até aproximadamente 1932.
A Segunda Guerra Mundial paralisa absolutamente
o setor em todo o mundo e seus efeitos se estendem
até o ano de 1949.
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O “boom”
turístico
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| Partenon
em Atenas, Grécia, um dos monumentos
antigos mais visitados da Europa. |
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Entre
1950 e 1973 se inicia a falar de “boom”
turístico. O turismo internacional cresce
a um ritmo superior ao de toda a sua história.
Este desenvolvimento é conseqüência
da nova ordem internacional, a estabilidade
social e o desenvolvimento da cultura do ócio
no mundo ocidental. Nesta época se começa
a legislar sobre o setor.
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| Ibiza
é uma das Ilhas Baleares |
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A recuperação econômica, especialmente
da Alemanha e do Japão, foi uma assombrosa
elevação dos níveis de renda
destes países e fazendo surgir uma classe
média estável que começa
a interessar-se por viagens.
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Entretanto com a recuperação elevando
o nível de vida de setores mais importantes
da população dos países ocidentais.
Surge a chamada sociedade do bem-estar que uma
vez com as suas necessidades básicas atendidas
passa a buscar o atendimento de novas necessidades.
Aparecendo neste momento a formação
educacional e o interesse por viajar e conhecer
outras culturas. Por outra parte a nova legislação
trabalhista adotando a semana inglesa de 5 dias
de trabalho, a redução da jornada
de 40 horas semanais, a ampliação
das coberturas sociais (jubilación, desemprego,
invalidez,…), potencializam em grande medida
o desenvolvimento do ócio e do turismo.
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Também estes são os anos em que
se desenvolvem os grandes núcleos urbanos
e se evidencia a massificação, surge
também o desejo de evasão, escapar
da rotina das cidades e descansar as mentes da
pressão.
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Nestes anos se desenvolve a produção
de carros em série o que permite acesso
cada vez maior a população deste
bem, assim com a construção de mais
estradas, permite-se um maior fluxo de viajantes.
De fato, a nova estrada dos Alpes que atravessa
a Suíça de norte a sul supondo a
perda da hegemonia deste país como núcleo
receptor, pois eles iam agora cruzar a Suíça
para dirigir-se a outros países com melhor
clima.
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A evasão é substituída pela
recreação, o que se supõem
um golpe definitivo para as companhias navais,
que se vêem obrigadas a destinar seus barcos
aos cruzeiros.
Todos estes fatores nos levam a era da estandardização
padronizando os produtos turísticos. Os
grandes operadores turísticos lançam
ao mercado milhões de pacotes turísticos
idênticos. Na grande maioria utiliza-se
de vôos charter, que barateiam o produto
e o popularizam. No princípio deste período
(1950) havia 25 milhões de turistas, e
ao finalizar (1973) havia 190 milhões.
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| Palácio
de Westminster e o Big Ben. São
alguns dos principais cartões
postais de Londres. |
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No obstante esta etapa também se caracteriza
pela falta de experiência, o que implica
nas seguintes conseqüências. Como a
falta de planejamento (se constrói sem
fazer nenhuma previsão mínima da
demanda ou dos impactos ambientais e sociais que
se podem surgir com a chegada massiva de turistas)
e o colonialismo turístico (existe uma
grande dependência dos operadores estrangeiros
estadunidenses, britânicos e alemães
fundamentalmente).
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Na década de 1970 a crise energética
e a conseqüente inflação, especialmente
sentida no setor dos transportes ocasionam um
novo período de crise para a indústria
turística que se estende até 1978.
Esta recessão implica em uma redução
da capacidade de abaixar os custos e preços
para propor uma massificação da
oferta e da demanda. Na década de 1980
o nível de vida volta a elevar-se e o turismo
se converte no motor econômico de muitos
países. Esta aceleração do
desenvolvimento ocorre devido a melhoria dos transportes
com novos e melhores aviões da Boeing e
da Airbus, trens de alta velocidade e a consolidação
dos novos charter, também observa-se um
duro competidor para as companhias regulares que
se vem obrigadas a criar suas próprias
filiares charter.
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| Torre
Eiffel, principal ícone e ponto
turístico de Paris. |
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Nestes anos se produz uma internacionalização
muito marcante das grandes empresas hoteleiras
e das operadoras. Buscam novas formas de utilização
do tempo livre (parques temáticos, deporte,
resorts, saúde,…) e aplicando, ainda
mais técnicas de marketing, pois o turista
tem cada vez mais informação e maior
experiência, buscando novos produtos e destinos
turísticos, o que gera uma forte competição
entre eles.
A possibilidade de utilização de
ambientes multimedia na comunicação
transformarão o sector, tornando o dsigner
dos produtos, a prestação do serviço,
a comercialização dos mesmos de
uma maneira mais fluida.
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Na década de 1990 ocorre grandes acontecimentos,
como a queda dos regimes comunistas europeus,
a Guerra do Golfo, a unificação
alemã, a guerra da Bósnia, que incidem
de forma direta na história do turismo.
Trata-se de uma etapa de amadurecimento do setor
que seguiu crescendo, sendo que de uma maneira
mais moderada e controlada.
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Os significativos problemas desta época
ocasionaram limitações à
capacidade receptiva gerando a necessidade de
adequar a oferta à demanda existente, empenhando-se
no controle de capacidade de carga dos ambientes
patrimoniais de importância históricos
e diversificando a oferta de produtos e destinos.
Tendo ainda a percepção da diversificação
da demanda aparecendo novos tipos perfis de turistas
que exigiam uma melhor qualidade.
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| Torre
de Tóquio, um dos principais
pontos turísticos de Tóquio. |
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O turismo entra como parte fundamental da agenda
política de numerosos países que
desenvolvendo políticas públicas
focadas na promoção, no planejamento
e na sua comercialização como uma
peça clave do desenvolvimento econômico.
Melhorando-se mejora a formação
desenvolvendo planos de educação
especializada. O objetivo de alcançar um
desenvolvimento turístico sustentável
mediante a captação de novos mercados
e a regulação da sazonalidade.
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Também as políticas a nível
supranacional que consideram o desenvolvimento
turístico como elemento importante como
o Tratado de Maastricht em 1992 (livre tráfego
de pessoas e mercadorias, cidadania européia),
e em 1995 a entrada em vigor Schegen e se eliminam
os controles fronteiriços nos países
da União Européia.
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Ocorre novamente um barateamento das viagens por
via aérea por meio das companhias de baixo
custo (Low cost) e a liberação das
companhias em muitos países e a feroz competição
das mesmas. Esta liberalização afeta
a outros aspectos dos serviços turísticos
como a gestão de aeroportos e sem duvida
será aprofundada quando entrar em vigor
a chamada Directiva Bolkestein (de liberalização
de serviços) em tramite no Parlamento Europeu.
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Serviços |
Programas |
Artista
Plástico |
Seu
produto
R$
Sua
empresa |
Seu
produto
R$
Sua
empresa |
Seu
produto
R$
Sua
empresa |
Seu
produto
R$
Sua
empresa |
Seu
produto
R$
Sua
empresa |
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