OS
"CHAKRAS" "OS NADIS"
São
centros de energia, recepcionado, transformando
e distribuindo a energia.
Absorvem
energia dos corpos etéricos, do meio
ambiente, do cosmos e de toda manifestação,
transformando-a na freqüência vibratória
necessária para a manutenção
e aprimoramento dos corpos etéricos.
Através
dos "chakras" estabelecemos intercâmbios
com as forças em ação nos
mais variados planos de existência.
Há
inúmeros "chakras" no, ser
humano (há quem diga 88.000). Há
sete "chakras" principais, e cerca
de quarenta complementares (nuca, mãos,
pés, joelhos, baço, são
alguns importantes no Reiki). Eles
se localizam no corpo etérico do homem
e assemelham-se a cálices de flores com
uma quantidade de pétalas diferenciada.
Os
"chakras" giram para a direita ou
para a esquerda, em sentidos opostos no homem
e na mulher, expressando a qualidade masculina
("yang:') ou' feminina ("yin").
Assim,
o "chakra" básico do homem
gira para a direita, expressando o desejo da
conquista e domínio no âmbito material
e sexual; e na mulher gira para a esquerda,
tornando-a mais receptiva à força
vivificante e criadora da Terra.
Para
experimentar a plenitude interior, a força,
a criatividade, o amor e a felicidade, os "chakras"
devem estar harmônicos uns com os outros.
Você
sabe que tudo o que tocamos, pensamos, vivemos
é energia. Essa energia, para realizar-se
materialmente em nosso ser, manifesta-se organizada
na forma de um Sistema Energético, que
é composto pelos corpos etéricos,
pelos "chakras" e pelos Nadis.
"OS
NADIS"
São
canais de energia com a,função
de conduzir a energia vital para os "chakras".
Os principais "nádis" são:
"Sushumna", "Ida" e "Pingala".
Através de "sushumna", que
flui acompanhando a coluna vertebral, flui a
energia do ser divino puro, do aspecto não
manifesto de Deus. Entra
pelo "chakra" coronário e permite
o acesso à nossa realidade última
e interpenetração da criação
divina."Ida"
e "pingala", que captam energia do
ar através da respiração,
são os canais responsáveis pela
condução de energia solar e lunar.
"Pingala"
conduz a energia solar, estimulante, e começa
no lado direito do .'chakra" da raiz, terminando
na parte superior da narina "direita".
"Ida"
é portador da energia lunas, refrescante,
tranqüilizante, começa do lado esquerdo
do "chakra" da raiz e termina na narina
esquerda.
Entendendo
a importância dos "Chakras".
Reitero
aqui que somos unos com a criação,
com o Ser Supremo e com a força manifesta
em infindáveis vibrações
e leis, cores e formas, odores e sons. Sendo
unos com a criação e o Criador
somos, pois, a encarnação visível
da bem- aventurança expressa na alegria,
no amor e na expressão da vida que se
dá por nossos corpos físicos e
etéricos. Ocorre,
entretanto, que a consciência dessa unidade
foi perdida no momento em que começamos
a confiar somente nas informações
que nos atingem através dos sentidos
físicos e da razão.
Esquecendo
nossa origem divina, foi estabelecida a condição
básica para a insegurança o medo
alojarem-se no coração do homem.
O
sentido de realização e de segurança
não mais foi vivenciado no interior do
homem, mas procurado no mundo exterior. Impossível
foi que o sentimento de frustração
não se exacerbasse, os medos e a sensação
de abandono aumentassem. O
medo provoca um retraimento do seu ser vital,
uma contração, um bloqueio, que
reforça o sentimento de separação,
e o círculo vicioso se instaura.
Os
"chakras" são os pontos do
sistema energético do ser humano nos
quais os bloqueios atemorizantes fixam-se de
modo prioritário. Outros bloqueios são
encontrados também ao longo dos "nádis".
Esses
bloqueios tornam-se permanentes e fazem com
que a energia vital não flua livremente,
não suprindo os diversos que precisam
dela para refletir e manter a consciência
da unidade.
A
experiência da separação
(do 'abandono), do vazio interior e do medo
mortal nos incita a buscar no mundo exterior
aquilo que podemos encontrar apenas no nosso
íntimo. Tornamo-nos dependentes do reconhecimento
externo, dos prazeres sensuais, das posses materiais.
Perdemos
o nosso referencial verdadeiro e único
e nos descentramos, ocasionando inúmeras
e sucessivas frustrações por insucessos
aparentes. Passamos a nos relacionar com os
outros encarando-os como competidores, e não
como expressão harmônica do nosso
ser.
Chegamos
até mesmo a reprimir nossas emoções
e sentimentos espontâneos que possam não
agradar as expectativas e convenções
exteriores. Contraímos os "chakras"
firmemente para que nenhuma energia "descontrolada",
perigos, passe. Uma
vez que as energias não podem ser irradiadas
na sua forma original, tornam-se distorcidas,
rompem a barreira, descarregando-se de modo
inconveniente, em forma de emoções
fortes, freqüentemente negativas, ou de
impulsos exagerados de atividade.
Essas
experiências acumuladas não são
deixadas para trás com a nossa morte
física, mas são levadas de uma
encarnação a outra, até
que as tenhamos assimilado no decorrer do nosso
desenvolvimento. É
possível, entretanto, resgatar a saúde
e a harmonia nos nossos campos energéticos
e no nosso viver. Um
primeiro caminho é expor os "chakras"
à vibrações de energias
mais elevadas, de forma a permitir que eles
vibrem com mais rapidez, e as freqüências
mais lentas dos bloqueios dissolvam-se progressivamente.
Novas energias vitais poderão então
ser absorvidas pelos centros de energia e transmitidas
sem empecilhos aos corpos etéricos, permitindo
a libertação dos bloqueios também
ali.
Um
segundo caminho é o do relaxamento completo,
entendido não só como postura
física, mas como atitude perante a vida.
Uma
atitude que gostamos de chamar de "contemplação";
deixar fluir a vida, o pensar, os sentimentos,
e reconhecer-se neles. Reconhecer
que são energias que surgiram pelo desejo
de unidade e que foram bloqueadas na sua expressão
original. Tomamos
consciência do nosso ser e alavancamos
nosso crescimento no caminho da realização.
A
energia Reiki, ao ser aplicada, permite o acesso
da energia vital universal aos "chakras"
e corpos etéricos, de forma a irradiar
tranqüilidade, paz, alegria para o corpo
físico, trabalhando de uma forma decisiva
para a saúde. Durante
o processo de purificação e limpeza,
as energias bloqueadas são liberadas
e entram novamente em nossa consciência.
Podemos
vivenciar as mesmas impressões que originarem
os bloqueios, e até mesmo doenças
físicas podem surgir uma última
vez à tona antes de serem elimInadas
por completo.
Durante
esse processo, podemos nos sentir inquietos,
irritados ou carregados. Logo que as energias
fluam livremente, o sentimento original da alegria,
suavidade e lucidez se restabelece. Esse processo
com a aplicação do Reiki torna-se
muito mais suave, ameno, até porque promove
um profundo relaxamento em nosso sistema neuro-vegetativo
e mesmo no encarar a vida. Quanto
maior foi a aplicação de Reiki,
mais rápido, mais fácil será
o processo de transformação e
de retorno à harmonia e à paz,
Resgatamos nossas essências intemporal,
imortal, voltamo-nos à união com
a criação e ao amor.
VISITANDO OS "CHAKRAS"
“Chackra”:
Base
.
Local: Base da coluna vertical
na coluna pélvica
Elemento: Terra
Cor: Vermelho-fogo
Glândula: Supra-renal
Som: Lan
Princípio Básico:
Vontade física para ser
Nome: Muladhara
"Ida"
e "pingala" têm origem nesse
centro de energia, sendo ele particularmente
associado à energia vital.
Alimenta
o princípio da distribuição
da vida, do desejo de viver, para todas as partes
do corpo físico, resultando no instinto
fundamental de auto preservação.
Estabelece
as condições para o desenvolvimento
da individualidade, gerando auto- estima"
realização, reconhecimento e ativando
o sentido de sobrevivência.
Quando
em desequilíbrio; poderá gerar
ou contribuir para anemias, leucemias, problemas
de circulação, pressão
baixa, pouca tonicidade muscular, fadiga, deficiência
de ferro, entre outras patologias. Freqüentemente,
sente-se sem força de vontade e alegria.
Em
estado harmônico: harmonia, autonomia,
sobrevivência, auto-estima:
“Chackra”:
Umbilical
.
Local: Umbigo
Elemento: Água
Cor: Laranja
Glândula: Glândulas
sexuais
Som: Vam
Princípio Básico:
Reprodução criativa do Ser
Nome: Soadhisthana
É o centro das emoções,
de energia sexual, e das forças curativas
primitivas e não primitivas.
O
elemento água indica uma forte ligação
com a formação de novas vidas
na criação e também com
o processo de limpeza e purificação.
Esse "chakra" dissolve e permite fluir
o que está solidificado e que se opõe
ao seu fluxo.
Está
ligado à vontade de ter, de realizar,
de expressar-se, de amar, e o seu funcionamento
harmônico permitirá um fluxo natural
com a vida e os sentimentos.
Em
desequilíbrio, ocorrerão patologias
nos órgãos sexuais, epilepsia,
artrite, cãibras, cólicas.
“Chackra”:
Plexo solar
.
Local: Região do diafragma
Elemento: Fogo
Cor: Amarelo
Glândula: Pâncreas
Som: Ram
Princípio Básico: Constituição
do Ser
Nome: Manipura
Representa
o nosso sol, o nosso centro de força.
Aqui absorvemos a energia do sol, nutrindo nosso
corpo físico e etérico, dando-lhes
vitalidade. Significa luz, calor e purificação.
Nesse centro energético entramos num
relacionamento ativo com as coisas do mundo
e com outras pessoas. É aqui que nossa
energia emocional flui para o exterior.
Uma
importante tarefa do terceiro "chakra"
consiste, em purificar os instintos e desejos
dos "chakras" inferiores, em dirigir
e aproveitar conscientemente sua energia criativa,
bem como em manifestar a plenitude espiritual
dos "chakras" superiores no mundo
material para atingir, em todos os níveis,
a maior realização possível
na vida.
Permite,
se harmônico, uma sensação
de paz, de harmonia interior consigo mesmo,
com a vida e com suas posições
nela. Aceitando a si mesmo, é natural
que os relacionamentos com os outros baseiem-se
em respeito, tolerância e afetividade.
Em desequilíbrio gera diabetes, problemas
digestivos, alergias, sinusite, insônia.
“Chackra”:
Cardíaco
.
Local: Peito
Elemento: Ar
Cor: Verde
Glândula: Timo
Som: Yam
Princípio Básico:
Abnegação do Ser
Nome: Amahata
É
o centro do sistema dos "chakras".
Nele unem-se os três centros inferiores,
físicos e emocionais, com os três
centros superiores, espirituais.
Encontramos
aqui a capacidade de compreender e compartilhar
as coisas, de nos sintonizarmos e vibrarmos
em conjunto. É o centro do amor verdadeiro;
incondicional, um amor que existe por si mesmo,
que não se pode conseguir ou perder.
Em conjunto com os "chakras" superiores,
esse amor transforma-se em "Bhakti",
o amor divino, e leva à compreensão
da presença divina em toda a criação,
à união com o núcleo mais
interior, o coração de todas as
coisas do universo.
O
caminho do coração até
esse objetivo é feito através
do amável' e compreensível "sim"
que dizemos a nós mesmos como condição
para o "sim" que dizemos ao outro
e à vida. O "chakra" do coração
é um centro cuja força se irradia
de modo particularmente forte para fora e por
isso atua espontaneamente na cura e na 'transformação
das outras pessoas.
Em
desequilíbrio, pode gerar doenças
como cárdiopatias, rubor, ataque de pânico,
pressão alta, intoxicação,
colesterol alto, entre outros.
.
“Chackra”:
Laríngeo
.
Local: Garganta
Elemento: Éter
Cor: Azul Claro
Glândula: Tireóide
Som: Ham
Princípio Básico:
Ressonância do Ser
Nome: Vishuddha
É
o centro da capacidade da expressão humana,
a comunicação e a inspiração.
Através
dele expressamos tudo o que vive no nosso interior,
nossas idéias, compreensões e
percepções dos mundos interiores.
Exercemos nossa criatividade para o exterior
de forma mais estruturada por esse "chakra".Ocorre,
entretanto, que para que esse processo se de
é necessário uma compreensão
objetiva de nosso ser, desencadeando, pois,
um profundo' processo de auto-reflexão.
Tornamo-nos
confiantes nas nossas potencialidades e conscientes
de nossa verdadeira tarefa na vida, do nosso
"Dharma", Quando equilibrado, expressamos
livremente sentimentos, pensamentos e conhecimentos
interiores. De sua independência interior
e da expressão livre de todo o seu ser
nasce uma profunda alegria e sentimento de totalidade
e integridade. Em desequilíbrio, desenvolvemos
um processo de separatividade entre cabeça
e corpo, trazendo dificuldade de expressar os
sentimentos e ações imponderadas.
Desenvolve um processo de racionalismo e intelectualização
distorcidos, renegando o direito de viver e
a sabedoria do mundo dos sentidos. Admite sentir
apenas emoções especiais, que
passem pelo crivo de sua auto avaliação
e que não choquem a sociedade.
.
“Chackra”:
Frontal
.
Local: Terceiro Olho
Elemento: Não tem
Cor: Índigo
Glândula: Hipófise
Som: Om I Usham
Princípio Básico: Auto-conhecimento
Nome: Ajna
Através
desse "chakra" ocorre a percepção
consciente do ser. Por meio do terceiro olho,
estamos ligados ao processo de manifestação
por meio da força do pensamento. O processo
de criação tem início quando
o ser, repousando em si mesmo, começa
a ter consciência da própria existência.
Com isso, ocorre um primeiro relacionamento
sujeito-objeto e, portanto a primeira dualidade.
O ser sem forma assume um primeiro padrão
manifesto de vibração.
Passamos
a desenvolver um processo de compreensão
direta e interior da realidade, encarando o
mundo de uma nova maneira. Você passa
a desenvolver um processo holográfico,
e aflora espontaneamente o processo de reconhecimento
de todas as informações que lhe
chegam dos mais diferentes âmbitos da
criação.
O
mundo material torna-se o local privilegiado
de dança de energias, e a consciência
desenvolvida é um espelho no qual o ser
divino se reconhece. Sua intuição
e visão interior se abrem. Em desarmonia,
provoca um processo de rigidez mental, acarretando
arrogância intelectual, dogmatismo, racismo
e fragmentação da percepção
da realidade.
“Chackra”:
Coronário
.
Local: Ponto mais alto da cabeça
Elemento: Não tem
Cor: Violeta
Glândula: Pineal
Som: Om
Princípio Básico:
Ser puro
Nome: Sahassara
Une-se
nesse centro todas as energias dos centros inferiores.
O "chakra" coronário é
a fonte e o ponto de origem da manifestação
das energias dos demais "chakras".
Através dele estamos ligados ao ser infinito
e sem forma que contém em si todas as
formas e qualidades não manifestas. Passamos
a compreender o real sentido da vida e da existência,
pois não estamos mais separados do objetivo
da percepção.
A
separação entre o ser interior
e a vida exterior deixa de ser percebida, você
vivência o verdadeiro ser como o ser puro
e onipotente no qual tudo existe. Você
começa aperceber que até mesmo
a matéria sólida não é
outra coisa senão uma forma pensamento
da consciência divina e, com isso, não
existe no verdadeiro sentido.
Tudo
o que você tem considerado real torna-se
assim uma ilusão. Você sente o
maior vazio, mas esse vazio é idêntico
à grande plenitude, pois é a vida
na sua essência pura. E essa vivência
divina é a felicidade pura.